Dr. Ronan Yudi Cavazzana

Dr. Ronan Yudi Cavazzana

Oftalmologista | Toledo
  • Formação em Medicina pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp)
  • Residência médica e especialização em Catarata, Glaucoma e Cirurgia Refrativa também pela Unesp

RQE 39500 - CRM-PR 64.299

O Dr. Ronan tem valores muito claros: priorizar sua família e sua saúde para poder oferecer o melhor cuidado ao próximo. Essa postura resulta em atendimentos de excelência com escuta ativa e diálogo humanizado para cada paciente.

“Quando estamos em um centro de referência, frequentemente nos deparamos com casos desafiadores. Muitas vezes, pessoas que já foram atendidas por dois ou três oftalmologistas e, insatisfeitas, nos procuram. Na maioria das vezes, uma única coisa lhes foi negada: uma boa conversa. Minha prioridade é nunca deixar o paciente sair do consultório com dúvidas. É um pilar no meu atendimento”, disse o doutor.

Ao ser convidado para compor o corpo clínico do Hospital de Olhos, o Dr. Ronan reconhece a responsabilidade de atuar com um padrão de qualidade altíssimo e se sente motivado para exercer suas atividades com uma estrutura e profissionais de ponta, aliados ao respaldo de décadas de confiança da comunidade.

Diante disso, o Dr. Ronan gentilmente nos concedeu a entrevista que você confere agora:

Por que decidiu seguir a carreira de medicina e, especificamente, especializar-se em oftalmologia?

Minha escolha pela medicina foi muito natural ao final do colégio. Tinha facilidade em me comunicar e lidar com pessoas, boas notas, fascínio pela profissão e disciplina para encarar o vestibular. Já a oftalmologia foi um reencontro com minha infância. Desde pequeno, sempre fui fascinado por óptica; passava horas brincando com lupas e espelhos. No 5º ano da faculdade, fiquei encantado com as cirurgias oftalmológicas, tão delicadas e com um arsenal tecnológico incrível. Vi pessoas recuperando não só a visão, mas principalmente sua autonomia. Estava decidido.

Você tem alguma área de foco ou especialização dentro da oftalmologia?

Sim, após finalizar a residência em oftalmologia, fiz especialização (Fellowship) em catarata, glaucoma e cirurgia refrativa. Nas cirurgias de catarata, temos a oportunidade de não apenas restaurar a visão, mas também reduzir a dependência dos óculos, corrigindo o grau do paciente. A cirurgia refrativa, que corrige o grau de óculos através de laser, possui alta segurança e precisão, quando bem indicada. A exigência de visão nítida aumenta cada vez mais e, felizmente, temos tecnologias confiáveis para oferecer aos pacientes. Já em relação ao glaucoma, o foco é um pouco diferente: preservar e dar longevidade à visão. O principal é conseguir fazer com que o paciente tenha aderência ao tratamento, que será por toda a vida, e isso só é possível educando-o dentro de uma relação sólida. 

Tem alguma história de um paciente que te impactou que gostaria de compartilhar?

Um rapaz de apenas 42 anos me marcou profundamente. Ele tinha cataratas densas induzidas por diabetes que o deixaram funcionalmente cego. Chegou de cadeira de rodas, desanimado e com a autoestima muito baixa. Já após a primeira cirurgia, a transformação foi imensa: ele chegou andando sem ajuda, recuperou a postura, o cuidado com a aparência e a alegria no olhar. Nunca esquecerei!

Como você gostaria de ser lembrado pelos seus pacientes e colegas de profissão?

Gostaria de ser lembrado como aquele amigo em quem você pode confiar. Alguém acessível e ético, pronto para colaborar.

O que você gosta de fazer em seu tempo livre? Tem algum hobby ou paixão fora da medicina?

Essa é fácil: eu amo pedalar! Através do ciclismo, encontrei amigos e tive experiências que nunca esquecerei. Fiz sozinho o Caminho da Fé, em 2024, até o Santuário de Aparecida. Parece até mentira, mas, na mesma semana, conheci Toledo e senti que era o meu lugar. Também gosto muito de pintar aquarelas, uma terapia poderosa contra meu perfeccionismo.